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Dr. Gilberto Giovanetti Médico Psiquiatra · CRM 10540/SC · RQE 7920

Psiquiatria adulta

Áreas de atendimento

Os quadros abaixo estão entre os mais frequentes na prática clínica. A descrição é informativa — o diagnóstico só pode ser definido em consulta, após avaliação médica individual.

O que é acompanhado

Quadros atendidos no consultório

  • Ansiedade

    Preocupação difícil de controlar, tensão muscular, irritabilidade, sensação de alerta constante, dificuldade de concentração e alterações no sono.

  • Depressão

    Tristeza ou vazio persistentes, perda de prazer nas atividades, cansaço, lentidão, culpa excessiva e mudanças no apetite, no peso ou no sono.

  • Transtorno bipolar

    Alternância entre períodos de humor deprimido e períodos de humor elevado, com aumento de energia, redução da necessidade de sono e impulsividade.

  • Síndrome do pânico

    Crises súbitas de medo intenso, com palpitação, falta de ar, tontura e sensação de perda de controle — seguidas do receio de que voltem a acontecer.

  • TDAH

    Dificuldade sustentada de atenção, desorganização, procrastinação, inquietação e impulsividade que impactam trabalho, estudos e relações na vida adulta.

  • Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)

    Pensamentos intrusivos e repetitivos que causam angústia, acompanhados de rituais ou verificações feitos para aliviar esse desconforto.

  • Transtornos psiquiátricos em geral

    Avaliação diagnóstica ampla, segunda opinião sobre diagnóstico prévio e revisão de tratamentos já em andamento.

  • Atendimento psiquiátrico adulto

    Acompanhamento continuado, ajuste de conduta ao longo do tempo e apoio clínico em momentos de transição, luto ou sobrecarga.

Mesa de consultório com caderno fechado, caneca, relógio de mesa e uma pequena planta, iluminada por luz natural.

Não espere piorar

Buscar avaliação cedo amplia as possibilidades

Quanto antes o quadro é avaliado, mais opções de conduta existem — e menos tempo se perde com estratégias que já não estão funcionando.

Quando faz sentido procurar um psiquiatra

Não existe um limite exato. De modo geral, vale buscar avaliação quando o sofrimento é persistente, quando ele começa a atrapalhar o trabalho, os estudos, o sono ou as relações — ou quando estratégias que costumavam funcionar deixaram de dar conta.

Também é comum procurar o psiquiatra para rever um diagnóstico, ajustar um tratamento em curso ou obter uma segunda opinião. Nenhum desses motivos é menos legítimo do que o outro.

Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica. Sintomas parecidos podem ter causas diferentes, e apenas a consulta permite estabelecer diagnóstico e conduta.

O que a consulta não é

  • Não é um atendimento de urgência — para crises, procure o CVV (188), o SAMU (192) ou a emergência mais próxima.
  • Não substitui psicoterapia; quando indicada, o encaminhamento faz parte do plano.
  • Não garante resultado específico, prazo de melhora ou cura — a resposta ao tratamento varia entre pessoas.