Psiquiatria adulta
Áreas de atendimento
Os quadros abaixo estão entre os mais frequentes na prática clínica. A descrição é informativa — o diagnóstico só pode ser definido em consulta, após avaliação médica individual.
O que é acompanhado
Quadros atendidos no consultório
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Ansiedade
Preocupação difícil de controlar, tensão muscular, irritabilidade, sensação de alerta constante, dificuldade de concentração e alterações no sono.
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Depressão
Tristeza ou vazio persistentes, perda de prazer nas atividades, cansaço, lentidão, culpa excessiva e mudanças no apetite, no peso ou no sono.
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Transtorno bipolar
Alternância entre períodos de humor deprimido e períodos de humor elevado, com aumento de energia, redução da necessidade de sono e impulsividade.
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Síndrome do pânico
Crises súbitas de medo intenso, com palpitação, falta de ar, tontura e sensação de perda de controle — seguidas do receio de que voltem a acontecer.
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TDAH
Dificuldade sustentada de atenção, desorganização, procrastinação, inquietação e impulsividade que impactam trabalho, estudos e relações na vida adulta.
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Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)
Pensamentos intrusivos e repetitivos que causam angústia, acompanhados de rituais ou verificações feitos para aliviar esse desconforto.
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Transtornos psiquiátricos em geral
Avaliação diagnóstica ampla, segunda opinião sobre diagnóstico prévio e revisão de tratamentos já em andamento.
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Atendimento psiquiátrico adulto
Acompanhamento continuado, ajuste de conduta ao longo do tempo e apoio clínico em momentos de transição, luto ou sobrecarga.
Não espere piorar
Buscar avaliação cedo amplia as possibilidades
Quanto antes o quadro é avaliado, mais opções de conduta existem — e menos tempo se perde com estratégias que já não estão funcionando.
Quando faz sentido procurar um psiquiatra
Não existe um limite exato. De modo geral, vale buscar avaliação quando o sofrimento é persistente, quando ele começa a atrapalhar o trabalho, os estudos, o sono ou as relações — ou quando estratégias que costumavam funcionar deixaram de dar conta.
Também é comum procurar o psiquiatra para rever um diagnóstico, ajustar um tratamento em curso ou obter uma segunda opinião. Nenhum desses motivos é menos legítimo do que o outro.
Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica. Sintomas parecidos podem ter causas diferentes, e apenas a consulta permite estabelecer diagnóstico e conduta.
O que a consulta não é
- Não é um atendimento de urgência — para crises, procure o CVV (188), o SAMU (192) ou a emergência mais próxima.
- Não substitui psicoterapia; quando indicada, o encaminhamento faz parte do plano.
- Não garante resultado específico, prazo de melhora ou cura — a resposta ao tratamento varia entre pessoas.